Assessment ExecutiveÉ uma orientação de carreira para pessoas que estejam revendo ou iniciando sua trajetória profissional, e buscam reposicionamento dentro da atual organização ou na busca de recolocação no mercado.
Dica Profissional: Como se apresentar em publico sem medo ?Muitas vezes nos deparamos com situações profissionais e sociais que nos colocam diante de um público, sejam em reuniões, universidades, empresas, congressos, igrejas, entre outros.
Nesse momento pensamos: “E agora, será que conseguirei me apresentar em público? E se der um branco e não conseguir mais falar? E se eu começar a gaguejar e tremer demais? Será que tenho que usar o microfone?”
Diante de todas essas indagações, podemos perceber que o medo de falar em público está presente no cotidiano das pessoas, porém, não podemos nos esquecer que o mercado de trabalho exige profissionais capazes de se comunicar com objetividade e elegância.
Os principais sintomas do medo de falar em público são tremores nas mãos e na voz, sensação de lábios e garganta secos, taquicardia, movimentos repetitivos como passar as mãos no cabelo, no nariz ou mexer em acessórios, e até mesmo um desarranjo intestinal poderá ocorrer!
Existem algumas dicas que nos ensinam a ter mais segurança e desenvoltura em nossas exposições. A primeira é: transforme a adrenalina do medo em motivação e disposição para falar em público. Espera-se um orador animado, caso contrário, poderá fazer as pessoas dormirem!
Seja natural preservando suas características e estilo de comunicação. Não adianta você tentar ser engraçadíssimo se não leva jeito para isso e ficará artificial prejudicando sua imagem. Conheça o assunto, preocupe-se com o conteúdo de sua explanação. Como poderá se sentir seguro sem ter em mente idéias organizadas e coerentes?
Gesticule com naturalidade e elegância. Evite apertar as mãos e os dedos ou colocá-las no bolso por não saber o que fazer com elas. É importante ter sempre um material de apoio visual: roteiro, slides, textos. Assim, você terá recursos que poderão tornar a mensagem mais clara e, se der branco, consulte o material para auxiliá-lo na seqüência a ser seguida.
Revise seu material várias vezes, teste o tempo de fala, corrija vícios de linguagem como “aí, né”, apresente-se para pessoas próximas anteriormente. Além disso, saiba quem será a sua platéia: faixa etária, número de participantes, nível de escolaridade, expectativas.
E para concluir, relaxe antes de se apresentar com exercícios de respiração profunda, ouça músicas tranqüilizantes ou leia um texto otimista.
E se mesmo assim cometer um deslize na sua apresentação, utilize o bom humor para conquistar a empatia do público e não desista! Saiba que terá outras oportunidades de apresentação para se sair bem. E mais, a fala em público é desenvolvida de maneira satisfatória por meio de técnica, treino e enfrentamento de seus medos. Mãos à obra!
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Autora: Tatiane Guimarães Schleifer
Fonoaudióloga e Mestre em Educação
Instrutora de Comunicação Verbal no Senac, CDL E ACIEG.
Consultora em Comunicação Verbal pela COMUNIK.
Contato: comunikconsultoria@yahoo.com.br
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Como a Geração Y usa a informação?Vivemos num momento em que há uma explosão de informações à nossa disposição. Como profissional da informação e também como jovem da Geração Y, deparei-me outro dia refletindo sobre como nós usamos a informação de que dispomos. Em todos os tipos de organizações ela é indispensável, pois está no centro da economia, é considerada diferencial competitivo para aqueles que fazem bom uso dela, seja no trabalho e até mesmo a seu favor na vida pessoal.
Dispomos de inúmeras ferramentas para busca, armazenamento e disseminação de informação e sabemos utilizá-las muito bem, afinal crescemos nesse cenário. Ligamos o computador e nos deparamos com a realidade do excesso desse recurso. Será que sabemos selecionar a informação de que precisamos? Ao optar por um artigo, material jornalístico ou post levamos em conta critérios como qualidade, confiabilidade e relevância?
Uma matéria publicada no jornal The Washington Post apresentou questionamentos com relação ao uso da informação pela “Geração Google”, como também somos chamados. Eles afirmam que nossa ansiedade e imediatismo fazem com que fiquemos satisfeitos com a primeira informação com que nos deparamos, ou com aquela que condiz com nossos posicionamentos, sem verificar se a mesma é correta e vem de uma fonte confiável.
Precisamos estar atentos a forma como usamos a informação, é importante verificarmos com atenção os locais onde realizamos buscas e quem a produziu, pois esse é um fator de credibilidade da fonte. O bom ou mau uso da informação traz implicações diretas no ambiente de trabalho e na forma como realizamos nossas atividades, ou ainda como desenvolvemos pesquisas acadêmicas. É necessário, portanto, checar a fonte e abrir mão de um olhar/tratamento displicente.
Minha dica é que tomemos cuidado para não permitir que nossa vontade de colaborar, aprender e compartilhar a informação rapidamente provoque precipitação ou descuido que venha a prejudicar nossas ações. Afinal, devemos prezar pela qualidade, credibilidade e construir, também na rede, uma imagem de confiança.
por Paula Carina
Onde estão as verdadeiras empresas inovadoras do Brasil?Recentemente, “googliei” a palavra "inovação" e recebi mais de sete milhões de páginas. Idem para "empresas que inovam", com mais de 1 milhão de repostas. Na TV, revistas, jornais, a palavra chave em toda propaganda é "inovação". Isso sem mencionar as diversas palestras sobre o assunto, cursos de Pós e MBA, entre outros. Até mesmo a minha filha de nove anos, dias atrás, comentou que fez uma "inovação" na escola!
Bom, só se fala em inovação. Eu adoro inovação! Felizmente ou infelizmente estava na hora do assunto de geração de inovação ocupar o noticiário setorial e o geral.
Quantas pessoas estão gerando ideias por dia? Quantas evolucionárias e revolucionárias? Qual o tamanho deste estoque de conhecimento? Quantas dessas ideias estão engavetadas, incubadas ou perdidas no meio de tantas obrigações, compromissos, pensamentos e sentimentos?
Quando analisamos essas afirmações, do ponto de vista empresarial, descobrimos que excelentes ideias, capazes de incrementar ou revolucionar as coisas e o mundo são perdidas em meio ao caos da rotina diária!
Tratando-se do ambiente empresarial brasileiro, essa máxima fica ainda mais óbvia, pois temos uma capacidade ilimitada de criação e o nosso ambiente profissional ainda padece com a falta de cultura participativa, centralização e hierarquia temporal. Existem verdadeiras barreiras entre as grandes ideias e a alta administração das companhias.
É fácil constatar que as corporações gastam fortunas fazendo publicidade sobre inovação, mas onde está a verdadeira inovação? Onde estão os verdadeiros cases? Nós, consumidores comuns, não vemos essa inovação em qualquer aspecto de nosso relacionamento com essas empresas.
Se analisarmos o setor bancário, especificamente, sem tirar os méritos dos ganhos tecnológicos extremamente rentáveis, todos os bancos fazem tudo exatamente igual e jamais tiveram a ousadia de perguntar aos seus clientes o que de novo poderia ser acrescido. Ainda assim, todos são “empresas inovadoras”.
Seria muito interessante que as empresas que se intitulam "inovadoras" demonstrassem seu processo de inovação.
Minha sensação é a de que empresas inovadoras, salvo raríssimas exceções, não são aquelas que apenas intitulam-se. Existem exemplos, como o próprio Correios, que lançou sistema para que 80 mil de seus colaboradores possam interferir com ideias e inovações, mas nem por isso intitula-se uma empresa inovadora. Outro é a IBM, que criou e gere um sistema de produção e gerenciamento de inovação, tendo essa iniciativa como ferramenta de desenvolvimento.
Fato interessante é de que existem muitos casos de redução de custos, melhoria do ambiente e sensação dos trabalhadores quanto aos seus empregadores, contudo, mesmo diante de tudo isso, as organizações e empresas ainda não descobriram o valor de ouvir a suas comunidades para agregar valor aos seus objetivos. Atualmente, existem ferramentas gratuitas para a gestão de inovação e ideias!
Muitas empresas continuam gastando seu tempo e dinheiro apenas fazendo publicidade, intitulando-se inovadoras, sem demonstrar ou tornar sensível essa característica à sua comunidade. Então, pergunto: Onde estão as verdadeiras empresas inovadoras brasileiras?
Fonte: Nilson Cortez Júnior, consultor em Gestão de Ideias, especialista em Gestão Empresarial e Jogos de Empresas pela Fundação Getulio Vargas.